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Mensagem por Bolsa de Valores em 24.05.17 8:30


Jornal Econômico de Onalhes
24 de maio de 2017, 0h30. Edição 0005


Quando a bolsa foi aberta nesse início de noite, os investidores nem sonhariam com as grandes turbulências que iriam ter que enfrentar ao longo  de todo o pregão – o maior que já aconteceu na BVO. Ficando três horas e meia aberto, vimos todos os recordes serem quebrados em termos de venda, compra e variações: tanto positiva quanto negativamente.

Com a inserção de dois bancos, o segmento das instituições financeiras parecia promissor. O Banco do Brasil havia aberto os olhos dos acionistas para o quão boas essas cotas seriam: após uma pequena queda no primeiro pregão, as ações vem firmemente crescendo. O ritmo é lento, mas confiante. O Banco Popular da China e o Banco Nacional Japonês tinha de tudo para continuar no mesmo caminho: exceto uma boa gestão econômica.

Em sua primeira venda, a RCH-BPC caiu 7%. O Japão entrou em colapso após manifestações, greves e atentados, terminando por fim com o assassinato de seu líder. De praxe, suas ações caíram vertiginosamente. A JPR-VTC já não estava indo muito bem: a notícia de que o Brasil, único exportador de urânio, diminuiria suas vendas em 90% desacreditou suas ações. A Guerra Civil Japonesa só piorou a situação.

Nesse meio tempo, a Ásia já havia se tornado um caos. Os telefones não paravam de tocar e a queda da Vault Technologies afetou até a italiana Armas de Florença Armamentos. Com o continente velho sendo afetado pelo oriente, os acionistas correram para a América: todas as ações brasileiras foram compradas até o fim da noite e a refinaria de petróleo quebrou todos os recordes da BVO, fechando a noite com +29,53%. Tudo leva a crer que, com a visão animada com petrolíferas, as ações BRA-PTR e RAT-AOC só tendam a crescer.

Contudo, a RCH-CHS segue por um caminho diferente. Quando o pregão estava quase se encerrando, nos surpreendemos com o congelamento das ações RCH – e sabemos por causa da Índia o quão ruim isso pode ser. O motivo divulgado foi “uso de má-fé nas negociações da BVO”, que só tende a fazer com que as empresas chinesas se desvalorizem.

O motivo disso foi a compra gigantesca do Japão, que virou as costas para suas próprias empresas – já tão fragilizadas com tudo o que estava acontecendo no cenário oriental – e investiu quase tudo no banco e petrolífera chinesas. O Banco Nacional do Japão sentiu na carne esse abandono, desvalorizando 21,92%. A venda de 49% da Hyndai para a Alemanha fechou a noite, e as ações japonesas (que já estavam fragilizadas), fechou com assustadores -50,88%.

Tudo nos leva a crer que a Ásia ainda tem muito a abalar a BVO – tanto positiva quanto negativamente. No próximo pregão as ações FII estarão de volta, mas com China e Japão afundando o continente, não temos certeza se essa notícia é boa ou ruim.

Para melhor análise, segue os links dos pregões.

http://bolsadeonalhes.forumeiros.com/t47-24-05-2017-compra-ate-as-0h30
http://bolsadeonalhes.forumeiros.com/t46-24-05-2017-venda-ate-as-0h30


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